Fique atento ao calendário de pagamento do abono salarial do ano-base 2015

20012014 Carteira trabalho Guararema SP

O calendário de pagamento do abono salarial, ano-base 2015, começa em 28 de julho, seguindo as novas regras definidas pela Medida Provisória 665. A estimativa é que 22,3 milhões de trabalhadores tenham direito ao benefício.

Serão destinados cerca de R$ 14,8 bilhões para pagamento do abono salarial no calendário 2016/2017. Quem nasceu de julho a dezembro, recebe o benefício neste ano (2016) e os nascidos entre janeiro a junho, no primeiro trimestre de 2017.

Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2017, prazo final para o recebimento.

Novas regras
Aprovadas pelo Congresso Nacional - Medida Provisória 665 -, as novas regras do abono salarial associam o valor do benefício ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Assim, quem trabalhou um mês no ano-base 2015 receberá 1/12 do salário mínimo, e não 100% como determina a regra vigente até junho de 2016.

Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais, com carteira assinada, e exerceu atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2015.

Quem recebe
Para sacar o benefício, o trabalhador deve estar cadastrado no Programa de Integração Social (PIS), ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), há pelo menos cinco anos. O empregador precisa ter relacionado o empregado na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), entregue ao Ministério do Trabalho.

O PIS e o Pasep são contribuições sociais feitas pelas empresas para financiar os benefícios do Seguro-Desemprego e do abono salarial. O PIS é destinado a funcionários de empresas privadas, regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e o Pasep, aos servidores públicos.

Fonte: http://www.cnm.org.br/

SAC MÓVEL NO TERRITÓRIO DO LITORAL SUL

Prezado (a),

Ao cumprimentá-lo (a), informamos o roteiro do SAC MÓVEL no território.

TERRITÓRIO MUNICÍPIO PERÍODO

 

LITORAL SUL

ALMADINA

D

D      DE 05 A 06 DE JULHO DE 2016

 

LITORAL SUL

 

ITPITANGA

 

DE 14 A 15 DE JULHO DE 2016

 

LITORAL SUL

 

UBAITABA

   DE 20 A 21 DE JULHO DE 2016

 

SERVIÇOS OFERECIDOS
- Carteira de Identidade;
- Cadastro de Pessoa Física;
- Recadastramento de Pensionistas do Estado;
- Antecedentes Criminais e
- Críticas, denúncias, elogios, orientações, reclamações, solicitações e sugestões sobre os serviços públicos prestados pelo Governo do Estado.
Ao todo são dois caminhões, cada um com uma rota específica que percorrem os 417 municípios da Bahia.
Secretaria da Administração do Estado da Bahia- SAEB
TELEFONE: 71 3115-3307
FAX: 71 3115-3315

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Secretaria de Assistência Social de Itabuna vai capacitar servidores

Secretaria de Assistencia Social de Itabuna vai capacitar servidores Foto Suellen Tomaz 3
Secretaria de Assistência Social de Itabuna vai capacitar servidores

A Prefeitura de Itabuna por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) vai capacitar os servidores dos Departamentos da Proteção Social Especial e Básica I e II. O evento acontecerá nos próximos dias 4, 5 e 6 de julho, das 8 às 18 horas, no auditório da Câmara dos Dirigentes dos Lojistas de Itabuna (CDL), com o objetivo de aprimorar o atendimento aos usuários e à população nos Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP).

Secretaria de Assistência Social de Itabuna vai capacitar servidores Foto Suellen Tomaz 1
Secretaria de Assistência Social de Itabuna vai capacitar servidores

A facilitadora será a assistente social Vera Lúcia Sacramento, Mestra em Políticas Públicas na Gestão de Assistência Social, pós-graduada em Projetos Sociais, Consultora na área da Assistência Social, Especialista na Capacitação técnica em Gestão da Assistência Social. O conteúdo programático abordará os seguintes temas: Estudo Social, Código de Ética, Regulamento da Profissão, Perícia Social, Elaboração do Estudo Social, Instrumentos do Serviço Social, Entrevista-Andamento e Condução, Relatório Social, Laudo Social, Parecer Social Conclusão de Laudos, dentre outros.
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Prefeitura de Itabuna
Secretaria Municipal de Comunicação

Ilhéus completa 482 anos de história

Ainda na época da colonização, a Vila de São Jorge chegou a ser a mais próspera e rica de todo o Brasil

Av. Soares Lopes 1953. Foto Acerco R2CPress
Av. Soares Lopes 1953

A história de Ilhéus, que completa 482 anos nesta terça-feira, 28, é tão antiga quanto a do Brasil, embora muita gente pense que sua trajetória se limite ao ciclo do cacau, que impulsionou a autonomia política do Município. Logo após o descobrimento do Brasil, em 1500, o rei de Portugal, Dom João III, resolveu dividir a colônia em Capitanias Hereditárias, com o objetivo de povoá-la mais rapidamente. A Capitania de São Jorge dos Ilhéus, como viria a ser chamada, foi doada ao fidalgo português Jorge de Figueiredo Correia, em 1534, através de Carta Régia registrada em Évora.
Segundo a carta de doação, a Capitania ficava “quase no meio do continente brasileiro”. Com 50 léguas, sentido norte-sul, começava na ilha de Tinharé, vizinha à ilha de Itaparica, até a ilha de Comandatuba, no limite da Capitania de Porto Seguro; no sentido leste-oeste, “entrando na mesma largura pelo sertão e terra firme adentro tanto quanto puderem entrar”, a primeira geografia de Ilhéus incluía a região de Brasília, hoje Capital Federal.

O donatário Jorge Figueiredo Corrêa nunca esteve em suas terras. Mandou em seu lugar o capitão-mor espanhol Francisco Romero para administrar o território e uma das primeiras vilas da história do Brasil. A caravana de Romero, com os primeiros colonos, chegou à Capitania em 1535, atracando inicialmente em Morro de São Paulo, e transferindo-se em seguida para Ilhéus. A cidade foi fundada no Outeiro de São Sebastião, em frente à Baía do Pontal, onde está localizado o marco de fundação.

Estádio Municipal de Ilheus
Estádio Municipal de Ilheus

A vila recebeu o nome de São Jorge dos Ilhéus em homenagem ao donatário da Capitania, que era devoto de São Jorge, escolhido como santo padroeiro da cidade. Os primeiros anos de colonização foram marcados por intenso conflito com os índios tupiniquins e aimorés. De Portugal, o donatário procurava desenvolver a Capitania doando sesmarias a destacadas figuras do reino, que mandaram instalar engenhos de açúcar a fim de crescer a população e o comércio.

Uma das doações foi feita, em 1537, a Mem de Sá, mais tarde o terceiro Governador Geral do Brasil, que ganhou a sesmaria do Engenho de Santana, às margens do Rio Sant’Ana, hoje distrito de Rio de Engenho, que à época muito prosperou. A Vila de São Jorge chegou a ser a mais próspera e rica de todo o Brasil. Pelo menos, no governo de Tomé de Souza, Ilhéus era considerado o maior centro econômico da colônia Brasil.

Mais tarde, o colonizador Francisco Romero entrou em luta contra os colonos, que se amotinaram, prenderam-no e o deportaram para Portugal. Com a morte do donatário Jorge Figueiredo Correa, em 1551, o filho mais novo, Jerônimo de Alarcão de Figueiredo, conseguiu licença para vender a capitania a Lucas Giraldes, que faleceu em 1565, deixando-a com o filho Francisco Giraldes, que, em 1588, foi nomeado Governador do Brasil, morrendo um ano e meio depois.

A partir daí, a Capitania contraiu muitas dívidas, administrada por Maria Giraldes, filha de Francisco, que a perdeu em 1620. Um período de muitas dificuldades se sucederam, e em 9 de junho de 1754, Ilhéus passou a ser uma capitania oficial, voltando a pertencer à Coroa Portuguesa. Em 1760, criou-se a Comarca de Ilhéus.

Ponte sobre o Rio Cachoeira ligando à zona sul
Ponte sobre o Rio Cachoeira ligando à zona sul

A Capitania se desenvolveu através de ciclos econômicos como os de produção de farinha e de cana de açúcar. Tem-se notícia de que a partir do início do século XIX, começou um período de forte imigração de europeus e de sírios e libaneses para Ilhéus. Em 1818, os suíços Pedro Weyll e Saneraker adquiriram terrenos, e quatro anos depois trouxeram cerca de 161 colonos alemães para a região. Em 1870, um núcleo de imigrantes do Norte do Brasil foi fundado à margem do Rio Cachoeira, considerado o embrião da atual cidade de Itabuna.

Autonomia conquistada a partir do Ciclo do Cacau

Plantado na Bahia em 1746, por Antônio Dias Ribeiro, em Canavieiras, o cacau iniciou uma era de prosperidade em Ilhéus. A expansão da lavoura cacaueira se deu na segunda metade do século XIX, e posicionou a Vila de São Jorge dos Ilhéus como uma das mais importantes da província da Bahia. Considerada sede de uma região próspera, Ilhéus motivou um movimento na Assembléia Legislativa Provincial baiana para a sua elevação à categoria de cidade.

Predio do Instituto Municipal de Ensino Eusinio Lavigne IME
Predio do Instituto Municipal de Ensino Eusinio Lavigne IME

O projeto foi apresentado no dia 4 de junho de 1881, pelo deputado Cônego Manuel Teodolindo Ferreira, e a lei sancionada pelo conselheiro João Lustosa da Cunha Paranaguá (Marquês de Paranaguá), no dia 28 de junho do mesmo ano, data oficial da elevação da Vila à categoria de Cidade. A solenidade de instalação da cidade ocorreu em 14 de agosto de 1881, na Câmara de Vereadores. Somente em 1939, o então prefeito Mário Pessoa da Costa e Silva transformou a data de 28 de junho em feriado municipal. Ellada

Com a cultura do cacau em abundância, Ilhéus atraiu imigrantes e forasteiros, e se consolidou como polo irradiador de desenvolvimento de toda a Região Sul da Bahia. Tornou-se o maior produtor de cacau, em nível de município, e influenciou diretamente o surgimento de cidades adjacentes, que também foram fundamentais para o status da lavoura cacaueira no cenário econômico da Bahia e do Brasil.

No século XX, Ilhéus conquistou obras de infraestrutura como ferrovia, abertura de estradas, porto, aeroporto, tornando-se sede de representações dos principais órgãos públicos do Estado e da União, como a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e o Instituto de Cacau da Bahia (ICB). Por volta de 1974, a cidade ganhou o Distrito Industrial do Iguape, onde foram implantadas indústrias processadoras de amêndoas de cacau para fins de exportação.

Vista panoramica de Ilhéus com 6 navios esperando carregamento de cacau para expotar para o exterior decada de 1960
Vista panoramica de Ilhéus com 6 navios esperando carregamento de cacau para expotar para o exterior década de 1960

Dona de muita beleza natural, de rica história e cenário de inspiração literária de escritores como Jorge Amado e Adonias Filho, Ilhéus também abriu as portas para a indústria do turismo, e muitos hotéis e pousadas passaram a compor a cidade a partir dos anos 80. Na área da educação, a instalação da Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna (Fespi), também em 1974, originou a criação da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), hoje uma referência no Nordeste na formação de nível superior, com importante produção científica, somente superada pela Universidade Federal da Bahia.

Em meados dos anos 90, o Distrito Industrial de Ilhéus, cujas indústrias sofriam os efeitos da crise da lavoura do cacau, ganhou um Polo de Informática, Eletroeletrônico e de Telecomunicações da Bahia, além de empreendimentos dos setores alimentício, químico, mármores e granitos, em virtude de incentivos fiscais concedidos pelos governos do Estado e do Município.
A crise econômica do cacau se aprofundou drasticamente, provocando desemprego na zona rural e avançado processo de expansão urbana que geraram demandas sociais inadiáveis para as cidades do sul da Bahia.

INTENDENTES E PREFEITOS DE ILHÉUS

João Baptista de Sá Oliveira – 1890/1892
Joaquim Ferreira de Paiva – 1892/1896
Ernesto Sá de Bittencourt Câmara – 1896/1904
Domingos Adami de Sá – 1904/1908
João Mangabeira – 1908/1912
Antonio Pessoa da Costa e Silva – 1912/1915
Manoel Misael da Silva Tavares – 1916/1919
Domingos Fernandes da Silva – 1920
Eustáquio de Souza Bastos – 1920/1923
Mário Pessoa da Costa e Silva – 1924/1928
Durval Olivieri – 1928/1930
Eusínio Lavigne – 1930/1937
Raimundo do Amaral Pacheco – 1937/1938
Mário Pessoa da Costa e Silva – 1938/1943
Eunápio Peltier de Queiroz – 1943/1945
Álvaro Melo Vieira – 1946/1948
Artur Leite da Silveira – 1948/1951
Pedro Vilas Boas Catalão – 1951/1955
Herval Soledade – 1955/1959
Henrique W. Cardoso e Silva – 1959/1963
Herval Soledade – 1963/1967
Nerival Rosa Barros – 1967/1969
Afro de Barros Leal Neto – 1969
João Alfredo Amorim de Almeida – 1969/1971
Edmon Darwich – 1971/1973
Ariston Cardoso – 1973/1977
Antônio Olímpio Rhem da Silva – 1977/1983
Jabes Souza Ribeiro – 1983/1988
João Lyrio – 1989/1992
Antonio Olímpio Rhem da Silva – 1993/1996
Jabes Souza Ribeiro – 1997/2000 – 2001/2004
Valderico Reis – 2005/2007
Newton Lima – 2007/2008 – 2008/2012
Jabes Souza Ribeiro - 2013

Secretaria de Comunicação Social – Secom.

8° Arraiá na Floresta deixou um gostinho de quero mais

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Nem mesmo a chuva que caiu no Sul da Bahia durante a tarde e noite de sábado (25) - adiando o terceiro e último dia do do 8° Arraiá na Floresta - tirou o brilho da festa. Os três dias de forró (quinta, sexta e domingo) na praça do Jardim Encantado serviram para comprovar que Floresta Azul tem hoje um dos melhores São João da região cacaueira. São oito anos sendo realizado ininterruptamente, colocando Floresta Azul no roteiro das cidades com boas festas juninas na região.

A cidade se 'vestiu' para a festa e a praça virou um imenso arraiá. A decoração foi um dos pontos fortes do festejo, que além de muito forró, arrocha, animação e alegria, contou com toda a segurança da Polícia Militar, que durante os três dias aumentou o seu efetivo, mantendo a ordem na cidade. O quesito saúde também tirou nota 10: durante os três dias de festa uma equipe de médicos e enfermeiros se revezaram nos plantões para qualquer emergência, além de uma ambulância com motorista prontos para se deslocar para Itabuna nos casos mais graves. Segundo a secretária de Saúde, poucos atendimentos (sem nenhuma gravidade) aconteceram nos dias de festa.

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A noite de domingo começou mais cedo com a presença sempre marcante da cantora local Pérola Negra, que mais uma vez brilhou com a sua belíssima voz, cantando e chamando o povo para a praça. Em seguida a banda Café Muído botou todo mundo pra dançar arrocha. A sofrência falou mais alto e os casais aproveitaram o friozinho da noite para dançarem agarradinhos. A banda Xamego a Mais ficou responsável pelo fechamento do 8° Arraia na Floresta, que acabou deixando um gostinho de quero mais.

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"Quando assumi o executivo municipal existiam muitas carências e prioridades. O abandono tomava conta da nossa cidade e as nossas tradições se perdiam com o tempo. Assumi o compromisso de melhorar a parte estrutural e social da nossa cidade e elevar a autoestima do meu povo. Recuperar nossas festas e tradições foi um compromisso que me orgulho em dizer que foi realizado. Hoje temos duas grandes festas que são lembradas por toda a região: o nosso Natal (que, sem falsa modéstia, está entre os melhores do interior baiano) e o nosso São João, que arrasta milhares de pessoas de Floresta Azul, Ibicaraí, Almadina, Coaraci e Santa Cruz da Vitória, sem contar os filhos da terra, que moram fora e não perdem o São João. Minha sensação é de felicidade e dever cumprido", disse a prefeita Dra. Sandra Cardoso.

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AMURC
Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia

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