Novos Cavaletes aportam no Sul da Bahia, os faróis de um novo tempo

A Região Sul da Bahia caminha para um novo momento de quebra de paradigma, com novos desafios e em especial a busca por um equilíbrio de novas forças de transformação e inovação.

Como diria o saudoso Professor Selem Rachid, é preciso romper com o CAVALETE CULTURAL - individualismo, conformismo, imediatismo e utilitarismo. Estes quatro pés, que travava o desenvolvimento sustentável regional, nas suas mais variadas vertentes: Política, Social, Econômica e Ambiental, abre espaço para novas bases de sustentação, através da quebra deste estigma cultural via uma força de continuada transformação, ocorrida nos últimos anos, através da oxigenação dos agentes políticos e privados, consequentemente, das suas instituições pública e privada.

A quebra dos elementos trazidos pelo Professor Selem que sustentaram por décadas o Cavalete Cultural, abre espaço para os novos elementos de um CAVALETE DE TRANSFORMAÇÃO E INOVAÇÃO, onde o individualismo – abre espaço para o associativismo/consórcio; o conformismo – para a transformação/inovação; o imediatismo – para o Planejamento Estratégico/visão de médio e longo prazo e o utilitarismo/ egocentrismo/uno – para compartilhamento/todo.

O rompimento vem se dando de forma consistente e sustentável. Os novos elementos são postos a prova a todo momento, passando inclusive pelo momento da crise sanitária que vivemos, onde a busca constante da integração das instituições públicas e privadas, nas tratativas de soluções consensuais inerentes às ações de enfrentamento ao Covid-19, mesmo com ações mais restritivas que afetaram e continuam afetando alguns setores da economia, a necessidade de vacinação mais célere e ampliada, estruturação das unidades hospitalares e rede de saúde. Enfim, o conjunto de ações voltadas à proteção e prevenção frente à pandemia é consenso na maioria dos líderes e da nossa população.

No tocante aos novos desafios, como Resíduos Sólidos, Saneamento Básico, Logística, Educação, Saúde, Segurança Pública e Desenvolvimento Econômico, Social e Sustentável, não tem como não pensar e agir fora das caixinhas. Ou seja, só vamos avançar de forma a garantir a consolidação do enfrentamento em busca de soluções, que resultem na transformação negativa dos atuais indicadores, por novos e positivos indicadores sociais e econômicos, através da união de todos. A frase #juntossomosmaisfortes, utilizadas pelos novos líderes regionais das mais variadas esferas representativas, estão ganhando forma e dando uma nova modelagem ao pensar e agir regional.

Além dos grandes desafios apontados nas áreas mencionadas, teremos um novo e importante cavalete que ganhará em breve forma: CAVALETE MODAL – Porto, Aeroporto, Ferrovia e Rodovia. No Sul da Bahia, os quatro elementos modais com destaque as áreas: logística, turística, serviços, industrial, dentre outros braços da economia moderna. Este cavalete necessitará de um forte equilíbrio entre os seus pés, destacando a sua sustentabilidade, em especial, pelas forças de transformação e inovação.

Esperamos que o novo CAVALETE DE TRANSFORMAÇÃO E INOVAÇÃO tenha força e leveza suficiente nos seus pés para sustentar tamanho desafio, evitando que tenhamos uma recaída aos elementos que sustentou durante décadas o CAVALETE CULTURAL.

O otimismo está na concepção do NOVO NORMAL. É preciso agir coletivamente para o equilíbrio dos novos cavaletes. Assim, sustentavelmente, podemos viver-vivendo, em um lugar melhor, com os nossos patrimônios preservadas: meio ambiente, cultura, inovação e resiliência do nosso povo, sejam os elementos de composição de sustentação dos novos CAVALETES DE TRANSFORMAÇÃO/INOVAÇÃO e o MODAL.

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Luciano Robson Rodrigues Veiga é Advogado, Administrador, Especialista em Planejamento de Cidades. 

Presidente da Amurc parabeniza ação da prefeitura de Itabuna para a regularização dos lixões

O presidente da Amurc e prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral, participou, nesta segunda-feira, 3, do ato de assinatura que autoriza a Central de Valorização de Resíduos (CVR Costa do Cacau) tratar os resíduos sólidos do município de Itabuna. O evento contou com a participação de representantes da sociedade civil de Itabuna, do Poder Legislativo e do Governo do Estado da Bahia.

Marcone relembrou a luta antiga dos prefeitos para a solução de um problema tão sério para a região, no sentido de cumprir a Lei 14.026/2020 do Marco do Saneamento Básico, que estabelece um prazo para o fim dos lixões no país. Com o apoio do Estado, a Amurc sempre reuniu com os consórcios e os prefeitos, buscando o diálogo, na tentativa de achar a solução do problema com o apoio do Ministério Público.

Todo esse processo, segundo Marcone, foi fundamental para chegar até o momento de assinatura, nesta segunda, 3. “Augusto, junto com sua competente equipe, deu o pontapé inicial a um sonho de todos os prefeitos, de cidades pequenas que não tem condições financeiras de fazer um aterro sanitário para resolver um problema que nós sofremos como gestores, que é cumprir a lei federal”.

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Amurc cobra do Ministério da Saúde, reposição de profissionais do Mais Médicos

Preocupado com a perda de profissionais do programa Mais Médicos em todo o país, a Amurc estará fazendo um levantamento de dados dos municípios que estão necessitando da reposição de profissionais que atuam na saúde básica do Sistema Único de Saúde (SUS). No Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano, essa realidade tem afetado grande parte dos municípios.

Segundo o presidente da Amurc e prefeito de Itajuípe, Marcone Amaral, os municípios da região estão necessitando de mais médicos para atuarem na saúde básica da população. A solução, segundo ele, seria a contratação de novos profissionais que deve partir do Ministério da Saúde. “Nesse sentido, a Amurc está protocolando um pedido, com o apoio da UPB e CNM, solicitando do Governo Federal, a reposição desses profissionais, a partir do envio das demandas municipais e suas deficiências”, destacou Marcone.

            O Programa Mais Médicos 2021 foi criado pelo Governo Federal, em parceria com os municípios, visando melhorar o atendimento no SUS e ampliar o acesso dos médicos a diversas regiões onde há escassez de profissionais de saúde.

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Amurc parabeniza a Uesc pelos 47 anos de patrimônio

A Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano – Amurc parabeniza a Universidade Estadual de Santa Cruz – Uesc pelos 47 anos do Campus e relevância na educação superior da sociedade baiana.

Instalada na região sul da Bahia, a universidade abrange a área de atuação dos municípios que integram a Amurc, formando e capacitando profissionais das diversas áreas de Ensino Superior.

O seu potencial histórico é fruto de uma geração aguerrida e defensora da Educação, que impulsiona os seus sucessores a continuar lutando em defesa do grande patrimônio para a Bahia e para o Brasil.

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UESC, um grande patrimônio da sociedade baiana

47 do Campus Soane Nazaré de Andrade. Mais que construções físicas, neste Campus construímos sonhos e ajudamos a transformá-los em realidade

Prof. Alessandro Fernandes de Santana,

Com saudades do Campus, celebramos seus 47 anos de tantas histórias. Não apenas a história da Universidade Estadual de Santa Cruz, mas de todos docentes, discentes, técnicos, terceirizados, comunidade externa que aqui, neste Campus, viveram e viverão experiências memoráveis.

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Nunca paramos de construir: construímos prédios novos que crescem para atender a demanda da comunidade, da ciência e da tecnologia; construímos cidadãos comprometidos com a sociedade; construímos uma cultura de respeito e coletividade. Construímos juntos, construímos sonhos!

No meio de uma natureza exuberante florescem pavilhões, laboratórios, acervos, salas de aulas, espaços de diálogo, centro de cultura, auditórios, restaurante, espaços de cuidado com o corpo e a mente. Mas, eles não brotaram espontaneamente, foram frutos do plantio árduo de pioneiros sonhadores e sucessores igualmente determinados a tornar o sonho realidade.

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Sobre o alicerce da Ceplac foi criada a Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna – Fespi, antecessora da Uesc, em 1973. No dia 22 de abril do ano seguinte, no terreno doado pela família do Sr. Manoel Nabuco, foi inaugurado o Campus Professor Soane Nazaré de Andrade, carregando a honra do nome do idealizador e primeiro Diretor Geral da Fespi. Cinco anos depois já estava sendo construído o que hoje é o prédio central da Universidade, a Torre Administrativa, nomeado Edifício José Haroldo Castro Vieira; homem que, à frente da Ceplac, empreendeu a Universidade para o bem de tantas gerações, junto com tantos outros, a exemplo do Prof. Altamirando de Cerqueira Marques, que como reitor exerceu um importante papel no processo de estadualização da Uesc, em 05 de novembro de 1991. Após a gestão do Prof. Altamirando Cerqueira Marques, sucederam-se respectivamente as gestões da Reitora Reneé Albagli Nogueira, do Reitor Antônio Joaquim Bastos da Silva e da Reitora Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro e do Reitor Evandro Sena Freire - este último, concluindo a gestão da Reitora Adélia - todas importantíssimas para o avanço e consolidação da UESC.

A estrutura lançada por seus idealizadores, homens e mulheres, que na década de 60 sonharam com uma Universidade na Região Sul da Bahia, já encontra na Uesc de hoje sua realização e isto é só o começo de uma história de lutas pelo bem da nossa região e em acolhimento de todos que, nascidos aqui ou mesmo do outro lado do mundo, desejam construir suas histórias junto com a nossa. Somos uma Universidade democrática, cada vez mais inclusiva, plural e diversa.

Se três escolas isoladas: a Faculdade Direito e da Faculdade de Filosofia, ambas de Ilhéus e da Faculdade de Economia de Itabuna, iniciaram a FESPI, hoje a Uesc conta com 10 Departamentos Acadêmicos, 33 cursos de graduação, 25 cursos de mestrados, 8 cursos de Doutorados, além de 17 cursos de Especialização. Realizamos com competência as atividades finalísticas de ensino, pesquisa e extensão, estamos avançando no processo de internacionalização acadêmica e contribuímos de forma efetiva para o desenvolvimento da Região Sul da Bahia e para o Estado da Bahia. Best online casino in Bangladesh mostbet-bangladesh.biz , official site. A Universidade Estadual de Santa Cruz, é um grande patrimônio da sociedade baiana.

A comunidade acadêmica é composta por aproximadamente 7 mil discentes dos mais variados lugares do Brasil e do mundo - na última seleção do SISU, foram aprovados discentes de 22 Estados da Federação, além de contarmos com estudantes de Intercambistas dos 17 países com os quais a Uesc possui 39 convênios de intercâmbio acadêmico, estando mais 5 convênios em processo de assinatura -, somos 774 docentes oriundos das mais diversas partes do Brasil e do mundo, 369 técnicos administrativos e 448 estagiários e bolsistas, somados aos servidores terceirizados.

Temos uma imensa gratidão por todas as pessoas que ajudaram na construção do que a Uesc é hoje, temos a consciência dos grandes desafios que nos esperam pela frente pois, teremos que atender às demandas atuais da sociedade e preparar a Uesc para o futuro que bate às nossas portas em cenários difíceis e incertos. Mas é aqui neste Campus de paz, que comunidade acadêmica da Uesc e a comunidade externa, em conjunto produzem e disseminam ciência, cultura e arte.

Viva a Universidade Estadual de Santa Cruz – Uesc!

 

 

Alessandro Fernandes de Santana é Reitor da Uesc

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